30 novembro, 2011

Entrevista com Valdina sobre religiões afro brasileiras



Parte 1









Parte 2

Valores afro-brasileiros na educação


"Na sociedade contemporânea, reconhece-se que a educação é um dos mais importantes canais de 
mobilidade social, ou seja, quem tem acesso a uma educação de qualidade habilita-se para 
participar do conjunto de bens e serviços disponíveis na sociedade. Por isso, o movimento social 
negro tem considerado a educação um elemento fundamental para a transformação da realidade 
social do país, especialmente no que concerne à população negra brasileira, haja vista os dados 
sobre desigualdades, publicados nos indicadores socioeconômicos do IPEA, IBGE, DIEESE, 
PNUD-ONU e outros órgãos que desenvolveram pesquisas com este recorte".



Leia mais sobre propostas para a inclusão de Valores afro-brasileiros na educação.




Leia on line


ou baixe

http://www.2shared.com/document/tpicJAPO/151432Valoresafrobrasileiros.html

Artigo "Movimento Negro pós-70: a educação como arma contra o racismo", de Nádia Cardoso


"A intervenção no campo da educação marca o ativismo negro-brasileiro pós-70. Os Movimentos Negros constatam a falência do projeto da modernidade onde a escola, como espaço democrático de socialização para inclusão social, não tem efetivamente garantido inclusão com dignidade para uma parcela significativa da população brasileira. Diante do baixo desempenho da criança e do jovem negro no sistema público de ensino no Brasil e da responsabilização dos próprios negros na explicação hegemônica para esse crítico desempenho, o Movimento Negro constata ser a educação um campo privilegiado de enfrentamento do racismo".


Leia o restante do artigo:

HISTÓRIA E CULTURA AFRICANA E AFRO-BRASILEIRA: repercussão da Lei 10.639 nas escolas municipais da cidade de Petrolina - PE


Adlene Silva Arantes
Fabiana Cristina da Silva

"Introdução

Sabemos que a educação tem sido entendida como um direito social e um processo de desenvolvimento humano. Como pode ser observado nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), a educação escolar corresponde a um espaço sociocultural e institucional, responsável pelo trato pedagógico do conhecimento e da cultura. Sendo assim, estaríamos, segundo Cavalleiro (2006), trabalhando em solo pacífico, porque universalista. Mas, na realidade, as práticas educativas, que se pretendem universalistas, isto é, iguais para todos, acabam sendo as mais
discriminatórias. Daí a luta histórica dos movimentos sociais, e, de maneira específica, a dos movimentos negros brasileiros por uma sociedade mais justa e uma educação que valorize cada sujeito, inclusive o negro, sempre excluído da história (ou incluído de maneira estereotipada) e da cultura deste país".